terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

O governo chinês investe US$ 20 bilhões em um modelo revolucionário de IA, abrindo as portas para que todos participem da próxima era da inteligência artificial.

O mundo da tecnologia e das finanças está passando por uma transformação radical — a China acaba de anunciar uma parceria inovadora de US$ 20 bilhões com a plataforma revolucionária QuantumAI . Essa poderosa colaboração visa levar o potencial de geração de lucro da inteligência artificial diretamente para as mãos das pessoas comuns.

Durante anos, apenas grandes investidores e instituições tiveram acesso a ferramentas de negociação com IA de ponta. Agora, graças a essa aliança histórica, qualquer pessoa pode participar da próxima onda de inovação financeira — e deixar que a IA faça o trabalho árduo de analisar, prever e multiplicar o capital automaticamente.

Como a Inteligência Artificial Quântica Transforma o Investimento

Construída com a mais recente arquitetura de GPU da Nvidia e impulsionada pelos algoritmos avançados de aprendizado de máquina da OpenAI , a QuantumAI foi projetada para pensar, aprender e reagir mais rápido do que qualquer trader humano. A plataforma analisa milhares de pontos de dados de mercado a cada segundo, detectando oportunidades de lucro antes mesmo que outros as percebam.

Basta se cadastrar, definir sua estratégia preferida e deixar o sistema fazer o resto. A QuantumAI executa negociações automaticamente , gerencia seu portfólio e se adapta às mudanças do mercado em tempo real. O processo é 100% automatizado — não é necessário ter experiência prévia nem conhecimento financeiro.

O que os primeiros usuários estão vendo

Ao contrário de esquemas de enriquecimento rápido, a QuantumAI foi criada para um crescimento inteligente a longo prazo . Mas isso não impediu que os primeiros usuários obtivessem ganhos notáveis ​​a curto prazo.

Usuários de teste que começaram com apenas US$ 250 relataram ter multiplicado seus investimentos em poucas horas. Alguns alcançaram retornos entre 200% e 400% durante períodos de alta volatilidade no mercado — tudo isso sem intervenção manual ou tomada de decisões arriscadas.

"Eu só queria testar com um valor pequeno — em poucas horas, meu saldo triplicou. É incrível como a IA lida com tudo automaticamente. Parece que tenho um trader profissional trabalhando para mim 24 horas por dia, 7 dias por semana." – Usuário Beta Antecipado

Por que a Nvidia e a OpenAI estão totalmente envolvidas

A Nvidia fornece a infraestrutura de computação de ponta — suas poderosas GPUs H200 capazes de realizar milhões de cálculos simultâneos — enquanto a OpenAI contribui com os sistemas de aprendizado inteligente que analisam e preveem o comportamento do mercado com extrema precisão.

Juntos, eles criaram uma nova era de gestão de patrimônio orientada por IA — onde a inteligência artificial não apenas interpreta dados financeiros, mas também aprende a maximizar os resultados ao longo do tempo. Especialistas a consideram "o mecanismo de investimento com IA mais avançado já lançado ao público".


Acesso aberto — pela primeira vez

Após receber um investimento maciço de 20 bilhões de dólares , a QuantumAI lançou oficialmente um programa de inscrição aberta . Isso significa que qualquer pessoa — de estudantes a aposentados — agora pode participar e ver como a IA pode aumentar seu patrimônio automaticamente.

Começar é muito fácil, basta alguns cliques. Um pequeno depósito ativa seu painel de negociação, e a IA começa imediatamente a analisar e investir para você — usando a mesma lógica e precisão em que fundos de hedge e instituições globais confiam.


O futuro da IA ​​e da riqueza

A parceria entre a Nvidia , a OpenAI e a QuantumAI é mais do que um simples acordo comercial — é um sinal de que a próxima grande revolução financeira começou. A IA não se limita mais a gerar texto ou imagens — agora ela é capaz de gerar riqueza.

Assim como a internet mudou a comunicação e a nuvem transformou a tecnologia, a IA está transformando as finanças . Aqueles que agirem cedo poderão obter uma vantagem significativa à medida que essa nova era se desenrola.Pré-visualização do painel de negociação Ont 365

Experimente a próxima geração de investimentos em IA — impulsionada pela Nvidia e pela OpenAI.


Financial Times

Os salários são bons na Suécia?

Na Suécia, os salários tendem a abranger uma faixa bastante estreita, já que a disparidade salarial é baixa.

Um trabalhador típico em tempo integral, com idade entre 30 e 60 anos, ganha entre 25.000 e 45.000 coroas suecas por mês, das quais recebe entre 16.000 e 32.000 coroas suecas após as deduções. As deduções já incluem seguro saúde, previdência, seguro-desemprego, etc., então, além de talvez seguro de carro, seguro para animais de estimação, habitação, alimentação e gelados, as despesas extras são mínimas.

A educação também é gratuita, e o seguro de saúde cobre praticamente qualquer tratamento, se necessário, até o óbito, portanto, há poucos motivos para economizar muito, mesmo com filhos ou cônjuges desempregados.

Esse dinheiro é suficiente para viver bem?

O meu salário tem um poder de compra muito semelhante aos salários que recebi nos últimos 25 anos nos EUA, França, Alemanha, Nova Zelândia e Reino Unido, e eu sempre me virei bem, mas de alguma forma, aqui na Suécia, finalmente estou realmente confortável. Talvez tenha a ver com a idade, com o fato de ter aprendido as nuances da vida e não fazer mais besteiras como comprar Citroëns usados ​​e enormes, comer sushi em casas noturnas ou fazer viagens de carro improvisadas para a Itália sem fazer as contas antes e acabar ficando em hotéis que não posso pagar, evitando dormir num estacionamento em Locarno.

Na minha opinião, alguém com um emprego qualificado em tempo integral e uma vida organizada sentir-se-á muito confortável aqui na Suécia.


sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

A influência Árabe na Língua Portuguesa.🇵🇹

🇵🇹
O Português é uma língua derivada de dialectos latinos, românicos peninsulares que resultaram da mistura do "latim vulgar", falado pelos soldados romanos, com os dialectos locais existentes na Península Ibérica à data da sua ocupação
O Português, primitivamente Galaico-português, formou-se directamente a partir do Leonês ou Asturo-Leonês, e tem como substrato a língua nativa dos Galaicos, Lusitanos, Célticos e Cónios.
O Português sofreu inevitavelmente a influência da Língua Árabe, influência que ultrapassa em muito a extensão que a maioria dos autores referem, não só em termos de "marca" no seu léxico, como da própria forma como se opera.
Adalberto Alves, no seu "Dicionário de Arabismos na Língua Portuguesa", esclarece que a influência da língua Árabe, para Alem dos seus aspectos evidentes ou visíveis, ou seja, do léxico Árabe directamente transposto para o português, deve considerar todos aqueles que chegam ao português de forma "encapoçada", através da tradução de textos Árabes por religiosos cristãos,".
Assim, a extensão da influência do Árabe no Português, que a maioria dos autores resumem a cerca de 1.000 substantivos, deve ser consideravelmente alargada, não só no seu número, que segundo Adalberto Alves é de 18.073 termos, como ao nível gramatical, já que inclui não só substantivos, como adjectivos, verbos, pronomes, artigos e interjeições.
A influência do Árabe no Português é bastante mais marcada do que no Castelhano ou no Catalão, línguas que, localizando-se geograficamente mais próximas de França recebem a sua influência direta e têm um efeito de tampão no Português. A título de exemplo refira-se que aos 18.073 termos que o Português recebeu correspondem cerca de 4.000 termos recebidos pelo Castelhano.
Convém esclarecer que a arabização da Península não impôs nem a religião Muçulmana nem a língua Árabe como únicas, mantendo-se "ativos" durante o período do Al-Andalus os dialectos moçárabes e o Hebreu, que aportaram termos próprios ao Português.
Até 1496, data do decreto de expulsão das minorias muçulmana que não aceitaram a conversão forçada ao cristianismo, o processo de influência do Árabe no Português persiste, não só nas chamadas "ilhas muçulmanas em território português", as mourarias, como através da influência sofrida em Marrocos pelos portugueses via "Mouros de Pazes".
Com a instituição do terror da Inquisição em 1552, o Árabe é proibido, reduzindo-se à sua expressão mínima e clandestina, a escrita "aljamiada". Inicia-se então um período de expurgação de tudo o que é ou soa a Árabe.
Apesar dos mais de 500 anos que durou a presença Árabe em Portugal essa influência refere-se essencialmente ao léxico, pelo que não se pode falar de uma influência estrutural. Um aspecto extremamente relevante é o da adopção de muitos termos Árabes na formação do calão português, a chamada "gíria dos rufiões", que no período da inquisição terá tido grande incremento através da utilização de expressões e termos encapoçados pelos mouriscos e cripto-muçulmanos.
Antes de mais uma referência a quatro exemplos paradigmáticos e que fazem supor que algumas expressões de caracter religioso perduraram pelo engenho popular:
Oxalá (law xá Allah ou incha Allah, se Deus quiser).
Olá (wa Allah, Deus, saudação).
Olé (wa Allah, Deus, interjeição utilizada como aplauso ou incentivo).
Olarilolé (la illaha ila Allah, não há divindade senão Deus, profissão de fé muçulmana).
A grande maioria dos substantivos começa com o artigo definido Al (o ou a), muitas vezes com o l assimilado à consoante inicial do substantivo, concretamente quando esta é uma consoante solar. No alfabeto Árabe não existem vogais, mas apenas consoantes, e as consoantes dividem-se em consoantes lunares e consoantes solares.
As consoantes lunares não têm influência na pronúncia do l do artigo Al, quando constituem a letra inicial da palavra, como por exemplo em Alferes (o cavaleiro), Almeida (a mesa) ou Alcântara (a ponte). Mas as consoante solares quando colocadas na mesma posição assimilam o l do artigo Al, duplicando o seu valor.
Por exemplo Azeite escreve-se Alzeite em Árabe, mas pronuncia-se Azzeite pelo facto de o z ser uma consoante solar. Daí a origem de termos como Azulejo, Açorda ou Atalaia.
Outras formas comuns de início de termos de origem Árabe são as palavras que começam por x (Xadrez, Xarope ou Xerife) ou por enx (Enxaqueca, Enxoval ou Enxofre).
Outras palavras são caracterizadas pela terminação, como as que terminam em i (Javali, Mufti ou Sufi), em il (Cordovil, Mandil ou Anil), em im (Alecrim, Carmesim ou Cetim) e as terminadas em afe ou aque (Alcadafe, Almanaque ou Atabeque).
Algumas consoantes Árabes não entram nos vocábulos portugueses por uma questão de não se adaptarem à forma de pronunciar do português, como o h que geralmente se transforma em f, como em Alfama (do Árabe Alhammam), Alfazema (do Árabe Alhuzaima) ou Alface (do Árabe Alhassa).
Saloio é a designação dos muçulmanos expulsos de Lisboa após a sua conquista pelos portugueses, que se instalaram na área rural situada a Norte e Poente da cidade; a origem do termo não reúne consenso, sendo a explicação mais plausível a que defende que deriva da palavra صلاة"salat" ou "oração", já que designava aqueles que rezavam 5 vezes por dia "fazendo o çala", e que eram chamados na época "çaloyos"; esta seria a origem de "çalayo", nome do imposto pago sobre o pão na região de Lisboa; outra explicação é a origem do termo na palavra ساحلي "saheli", que significa "habitante do litoral"; outra ainda é a origem em سلاوي "salaui" ou habitante da cidade marroquina de Salé, designação local para a população rural.
Os substantivos podem ser agrupados em várias categorias, maioritariamente relativas a inovações ou contributos que os Árabes introduziram na nossa sociedade, e a topónimos, que se observam de Norte a Sul do País e que muitas vezes aportam informações sobre o passado das próprias localidades.
No primeiro caso refiram-se as designações de cargos públicos (Alcaide, Almoxarife ou Alferes),
termos de tipologias de edificações (Alcácer, Alcáçova ou Aljube),
de construção (Alvenaria, Azulejo ou Açoteia),
de instituições administrativas (Aldeia, Arrabalde ou Alfândega),
de plantas (Arroz, Alfazema ou Alfarroba),
de frutos (Tâmara, Romã ou Ameixa),
de profissões (Alfaiate, Almocreve ou Alfaqueque),
de termos relacionados com a agricultura (Enxada, Alcatruz ou Azenha),
com a actividade militar (Adaga, Arsenal ou Arrebate), de termos médicos (Xarope, Enxaqueca ou Alcalino),
de termos geográficos (Azinhaga, Lezíria ou Albufeira),
de unidades de medida (Alqueire, Arroba ou Arrátel), de animais (Alcatraz, Lacrau ou Javali),
de adereços (Alfinete, Almofada ou Alcatifa),
de instrumentos musicais (Adufe, Alaúde ou Rabeca),
de produtos agrícolas e industriais (Azeite, Álcool ou Alcatrão),
das ciências exatas (Álgebra, Algarismo ou Cifra).
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Alguns nomes próprios e apelidos têm a sua origem em nomes Árabes, como por exemplo:
Leonor (em Árabe Li an-Nur, ou que vem da luz),
Abel (Abu l-, pai de),
Fátima (nome de uma das filhas do Profeta Maomé), Albuquerque (Abu-l-qurq, ou o do sobreiro),
Bordalo (Badala, abundante) ou Almeida (Al maida, a mesa).
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Muitos termos do calão português, do mais brejeiro ao mais indecente, têm origem no Árabe. Por exemplo Marafada (Mraa Khaina, ou mulher que engana), Mânfio (Manfi, desterrado ou proscrito) ou ainda Marado (Marid, ou doente).
No caso dos topónimos, para alem da grande maioria de termos iniciados pelo artigo Al ou pela sua forma com o l assimilado, existem outros com origem comum, que se podem agrupar.
Por exemplo, os topónimos iniciados por Ode (do Árabe Ued ou Rio), como Odemira, Odeceixe ou Odeleite.
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Os iniciados por Ben (em Árabe Ben ou Ibn significa Filho, mas em toponímia tem o significado de Lugar), como Bensafrim, Benfarras ou Benamor.
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A título de curiosidade refiram-se alguns topónimos de origem Árabe com indicação do seu significado:
Albarraque (Albarrak, o brilhante),
Albufeira (Albuhaira, a pequena barragem),
Alcabideche (Alqabidaq, a "mãe de água"),
Alcácer (Alqassr, o castelo),
Alcáçovas (Alqassba, a cidadela fortificada),
Alcalar (Alqalaa', o forte),
Alcaidaria (a chefia),
Alcaide (o chefe),
Alcains (Alkanissa, a igreja),
Alcanena (Alqanina, a cabaça),
Alcântara (a ponte),
Alcantarilha (diminutivo de Alcântara),
Alcaria (a aldeia),
Alcobaça (Alkubasha, os carneiros),
Alcochete (Alqucha, o forno),
Alcoentre (Alqunaitara, a ponte pequena),
Alcoitão (Alqaiatun, a tenda),
Alcongosta (Alkunasa, o areal),
Alcoutim (Alkutami, o falcão),
Alfama (Alhamma, a fonte),
Alfambras (Alhamra, a vermelha),
Alfarelos (Alfahar, a louça),
Alfeizerão (Alhaizaran, o canavial),
Alfarim (Alfaramin, os decretos),
Alfarrobeira (Alharruba),
Alferce (Alfarz, o que separa, entre duas colinas),
Algarve (Algharb, o Ocidente),
Algeruz (o canal),
Algés (Aljaich, o exército),
Algueirão (Aljairan, as grutas),
Alhandra (Alandar, a debulha),
Alijó (Alaja, telhado plano),
Aljezur (Aljuzur, as ilhas),
Almacave (Almaqabara, os cemitérios),
Almada e Almádena (Almadana, a mina),
Almansil (a estalagem),
Almargem (Almarj, o prado),
Almarjão (Almarjun, o pedregal),
Almedina (a cidade),
Almeida (a mesa),
Almeirim (Almirin, o limite),
Almoçageme (a água que corre),
Almodôvar (Almuduar, o meandro),
Almoster (Almustar, lugar de aprovisionamento),
Alpedrinha (Albadri, luarento),
Alpiarça (Albiraz, o duelo),
Alqueidão (Alhaima, a tenda),
Alte (Altaf, elegante),
Alvaiázere (Albaiaz, o falcoeiro),
Alvalade (Albalad, o campo),
Alverca (Albirka, o pântano),
Alvor (Albur, a charneca),
Alvorge (Alburj, a torre),
Anadia (delicada),
Arouca (Aruqa, a bela),
Arrábida (edifício religioso fortificado),
Arrifana (Arihana, a murta),
Arronches (Arauxan, as penhoras),
Arruda (Aruta, planta silvestre),
Asseca (o caminho recto e plano),
Atalaia (lugar alto de onde se exerce vigilância),
Aveiro (Aluarai, retirado, resguardado),
Azambuja (o zambujeiro),
Azeitão (Azeitun, a oliveira),
Azóia (Azauia, a ermida),
Belamandil (Banu Mandil, nome de tribo),
Bela Salema (Banu Salam, filhos da paz, nome de tribo),
Belixe (garça),
Benaciate (Ben sayyad, lugar ou filho do caçador),
Benaçoitão (Ben As-Sultan, filho do poder),
Benafin (Ben 'Affan, filho do puro),
Benagil (Ben Ajawid, filho do generoso),
Benamor (Ben 'Ammar, filho do devoto),
Benavente (Ben 'Abbad, lugar do devoto),
Bencatel (Ben Qatil, filho da vítima),
Benevides (Ben 'Abid, lugar do adorador),
Benfarras (Ben Farraj, filho da consolação),
Benfica (Ben Fiqa, filho da calmeirona ou da mulher alta),
Bensafrim (Ben Saharin, lugar dos feiticeiros),
Beringel (beringela),
Birre (Bir, poço),
Bobadela (Bu abdallah, pai do escravo de Deus),
Boliqueime (Bu Alhakim, nome próprio),
Borba (Birba, labirinto),
Bucelas (Basala, cebola),
Budens (Bu Danis, nome de tribo que governou Alcácer do Sal),
Burgau (Burqa, zona com o solo pedregoso),
Cacela (Qassila, seara),
Cacém (Qassim, nome próprio, que significa aquele que testemunha),
Cacilhas (Hasila, lixeira),
Caneças (Kanissa, igreja),
Cartaxo (Qar at-Taj, residente do Tejo),
Caxias (Kashih, inimigos),
Charneca (Xarnaqa, terreno inculto),
Chelas (Xila, arco),
Colares (Kula, pequeno lago),
Coruche (Quraichi, nome de tribo),
Cuba (cúpula),
Elvas (Ilbax, risonha),
Estoi (Ustul, esquadra),
Estômbar (Ustuwanat, arcos),
Falacho (solo gretado),
Faro (Harun, nome próprio),
Fatela (Fath Allah, vitória de Deus),
Fátima (nome da filha do Profeta Muhammad),
Golegã (Ghalghal, entrar ou penetrar),
Leça (Laza, ferrolho),
Loulé (Al'ulia, a elevada),
Loures (Lawr, lira),
Lousã (Lawha, ardósia),
Luz (amêndoa),
Mafamede (Muhammad, muçulmano),
Mafamude (Mahmmud, louvável),
Mafra (Mahfra, cova),
Magoito (Maqhut, árido),
Malhada (lugar de travessia de um rio),
Marateca (Mar'a at-Taqia, mulher devota),
Marvão (Marwan, nome próprio),
Massamá (Maa as-Sama', água do céu),
Mesquita (Massjid, o mesmo que em português),
Messejana (prisão),
Messines (elogioso),
Mora (Murah, pastagem),
Moscavide (Maskbat, sementeira),
Mucifal (Mussafa, vale inundável),
Muge (Muhja, alma),
Murça (Mussa, nome do conquistador Árabe do Gharb Al-Andalus),
Nexe (Naxa, juventude),
Niza (disputa),
Odeceixe (Ued Sayh, rio da torrente),
Odeleite (Ued Layt, rio do eloquente),
Odelouca (Ued Luqat, rio das sobras),
Odemira (Ued Amira, ou rio da princesa),
Odiáxere (Ued Arx, rio da punição),
Odivelas (Ued Ballas, rio da terracota),
Oeiras (Urwah, moitas),
Olhão ('Ullyah,elevado),
Oura (Awra, esconderijo),
Ourén (Wahran, nome de cidade na Argélia),
Ourique (Wariq, verdejante),
Ovar ('Ubr, curso de água),
Palmela (Bismillah, ou em nome de Deus),
Parchal (Barjal, circuito),
Penela (Ben Allah, filho de Deus),
Peniche (Ben 'Aixa, filho de Aixa),
Quelfes (Kallaf, moço de estrebaria),
Queluz (vale da amendoeira),
Retaxo (Ritaj, entrada),
Sacavém (Xaqaban, próximo),
Safara (Sahara, deserta),
Salema (Salama, paz),
Sameiro (Samar, junco),
Samouco (Samuq, alto),
Sargaçal (Xarqwasi, arbusto),
Serpa (Xarba, poção),
Sertã (Saratan, caranguejo),
Setil (Sabtil, de Ceuta),
Sever (Sabir, colina),
Sines (Sin, fortaleza),
Sor (Sur, cerca),
Tarouca (Turuq, caminhos),
Tavira (Tabira, ruína),
Tercena (Dar as-Sina, casa da indústria),
Trofa (Taraf, extremidade),
Valada (Balat, planície),
Vau (Wad, rio),
Vieira (Bayara, concha),
Xabregas (desfazer),
Zambujal (de Zabbuj, oliveira brava),
Zavial (Zauia, azóia),
Zêzere (Za'za'a, agitação)
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