segunda-feira, 29 de junho de 2026
Créditos de carbono, propaganda verde e os interesses que ninguém quer nomear.
Invenções que mudaram o mundo!
A história da humanidade também pode ser contada por meio de suas invenções.
Ao longo dos séculos, homens e mulheres criaram ferramentas que mudaram completamente a forma como vivemos. A imprensa revolucionou a disseminação do conhecimento, o telescópio ampliou nossa visão do universo e a lâmpada elétrica transformou as noites em tempo produtivo.
Depois vieram o telefone, o rádio, o automóvel, o avião, a câmara fotográfica, a máquina de escrever, o frigorífico, o aspirador de pó e tantas outras invenções que facilitaram tarefas do dia a dia e aproximaram pessoas separadas por milhares de quilómetros.
Muitas dessas tecnologias parecem comuns hoje, mas, quando surgiram, representaram verdadeiras revoluções. Elas abriram caminho para novas descobertas e serviram de base para inúmeras inovações que usamos atualmente.
Cada invenção nasceu para resolver um problema específico.
Juntas, elas ajudaram a construir o mundo moderno.

domingo, 28 de junho de 2026
Estruturas semelhantes a microchips, parasitas e nanotecnologia de auto-assemblagem encontradas dentro da vacina Pfizer contra a COVID-19.
Investigadores publicaram este mês um estudo no International Journal of Vaccine Theory, Practice, and Research em que divulgaram imagens de microscopia de campo escuro do que descrevem como “parasitas” auto-assembláveis, estruturas maciças em forma de fita, protocélulas compartimentadas e uma estrutura rectangular integrada dentro do material da vacina contra COVID-19 da Pfizer, argumentando que as descobertas são consistentes com arquitecturas biológicas sintéticas avançadas.
A publicação surge no momento em que o CDC atribui à Pfizer, numa decisão que mostra bem o poder do Regime Epstein, mais de 1,24 mil milhões de dólares em contratos para mais vacinas contra a COVID.
O novo artigo, “Da nanotecnologia de auto-montagem baseada em ADN e ARN sintéticos às sequelas das vacinas contra a COVID-19”, foi publicado a 19 de Junho pelo investigador independente Shimon D. Yanowitz e pelo professor Daniel Broudy, da Universidade Cristã de Okinawa.
O estudo centra-se em imagens de microscopia obtidas a partir do conteúdo de frascos da vacina Pfizer. De acordo com o artigo, os investigadores depositaram gotas do conteúdo do frasco da Pfizer em lâminas de microscópio e observaram o conteúdo sob lamínulas.
Os autores referem que estruturas invulgares apareceram e organizaram-se ao longo do tempo após o conteúdo do frasco ter sido colocado sob observação.
Uma das primeiras imagens destacadas no artigo é o que os autores descrevem como:
“Uma estrutura sintética, semelhante a um ‘parasita’, que se auto-montou numa lâmina de vidro com um pouco de fluido de um frasco da Pfizer ali depositado e localizado sob uma lamela.”

O artigo apresenta também imagens do que os investigadores chamam de fitas auto-assembláveis.
A legenda da figura refere:
“Estruturas muito grandes do tipo ‘fita’ que se auto-assemblaram na lâmina de vidro do microscópio a partir de uma gota de matéria do frasco da Pfizer…”
As imagens publicadas no estudo mostram longas formações fibrosas que se estendem por grandes porções do campo do microscópio. Segundo os autores, algumas das estruturas dobraram-se e desenvolveram-se em formas cada vez mais elaboradas enquanto eram observadas.

A imagem visualmente mais impactante do artigo é talvez a Figura 8, que os autores do estudo descrevem como:
“Uma cápsula esférica muito grande, compartimentada, do tamanho de uma célula (‘protocélula’)…”
Na mesma imagem, os investigadores identificam:
“…um compartimento rectangular mais pequeno que contém potencialmente meta-ADN…”
A estrutura retangular, claramente um artefacto, parece estar embutida na formação esférica maior e está entre as imagens mais invulgares apresentadas no estudo.

Imagens adicionais mostram estruturas esféricas semelhantes a flutuar em material de um frasco da vacina mRNA da Pfizer.
Os investigadores legendam as imagens nestes termos::
“Protocélulas a flutuar numa gota de um frasco da Pfizer sob uma lamela…”

De acordo com o artigo, estas estruturas não são anomalias isoladas. Os autores defendem que as imagens, em conjunto, revelam uma hierarquia de arquitecturas auto-organizadas que começa com materiais à escala nano e progride para formações cada vez maiores e mais complexas, visíveis ao microscópio.
Os investigadores argumentam ainda que as estruturas documentadas no material da vacina da Pfizer assemelham-se a tecnologias descritas na literatura científica envolvendo origami de ADN, biomateriais programáveis, nanorrobótica, sistemas de comunicação molecular e engenharia biológica sintética.
O artigo defende, em última análise, que as estruturas semelhantes a parasitas, as formações em forma de fita, as protocélulas e os compartimentos rectangulares embutidos e documentados no material da vacina da Pfizer são componentes de um sistema de auto-assemblagem maior.
Os investigadores concluem que as imagens fornecem provas que ligam o conteúdo da vacina contra a COVID-19 da Pfizer a conceitos mais amplos em biologia sintética, nanotecnologia e arquitecturas biológicas programáveis, ao mesmo tempo que apelam a uma investigação mais aprofundada sobre a identidade, a composição e o significado biológico das estruturas documentadas no estudo.
A Volkswagen é mais uma vítima mortal da União Europeia.
E isto não é teoria da conspiração. Não é preciso ir buscar um senhor de chapéu de alumínio fechado na cave. Basta ler os relatórios e contas.
A Volkswagen não está em dificuldades porque os alemães desaprenderam a fazer carros. Não está a cortar dezenas de milhares de postos de trabalho porque, de repente, em Wolfsburgo se descobriu que afinal o segredo da prosperidade era produzir menos, despedir mais e rezar por dias melhores.
A própria Volkswagen escreve, preto no branco, que o ano foi marcado por tarifas, tensões geopolíticas, pressão concorrencial intensa, custos de reestruturação, transição eléctrica e regulação de CO₂. Traduzindo para português: meteram uma das maiores empresas do mundo dentro de uma máquina burocrática, ambientalista e ideológica, ligaram a centrifugação, e agora saiu de lá uma empresa esmagada.
O resultado operacional caiu brutalmente. As receitas ficaram praticamente paradas. A margem operacional ficou miserável para uma empresa desse porte. E, como cereja no bolo, a empresa reconhece centenas de milhões em custos ligados à regulação europeia de CO₂. Isso não é uma opinião. Isso está nos documentos da empresa.
A UE decidiu que o futuro automóvel europeu tinha que ser decidido por burocratas que nunca fabricaram uma dobradiça, nunca venderam um carro, nunca pagaram salários com dinheiro próprio e nunca tiveram que competir com a China ou os EUA.
Resultado: os EUA inovam, a China fabrica, a Europa regula, e a Alemanha despede. É esta a nova cadeia de produção do planeta, sendo que a Europa está a conseguir ser mais produtiva a despedir do que os EUA a inovar ou a China a fabricar.
A Volkswagen junta-se assim a uma longa lista de cadáveres, semi-cadáveres e marcas transformadas em fantasmas.
Lembram da Nokia? A Europa tinha a rainha mundial dos celulares. Agora todos nós andamos com IOS e Android.
Lembram-se da Siemens Mobile? Evaporou-se. Lembram-se da Ericsson? Toda a gente conhece aquele gajo que tinha um Ericsson! Hoje, faz parte dos museus.
Lembram da Alcatel? Da Grundig? Da AEG? Da Thomson? Da Olivetti? Da Philips? Lembram da Saab? Da Rover? Da Volvo, que acabou nas mãos da chinesa Geely?
E agora seguem-se Volkswagen, Mercedes e o coração industrial alemão. Quem conhece as histórias passadas, consegue perceber o desenlace destes novos dramas. Já vimos este filme.
A Europa está sendo assassinada pela União Europeia e seus governos. A “transição” fez gigantes transitarem para o estado de falidos. A “neutralidade de carbono” se traduziu na transferência de indústria para países que continuam a produzir com carvão.
"Soberania estratégica” agora, é depender da China para baterias, minerais, painéis solares e componentes. A “competitividade” é meter mais custos, mais regras, mais impostos, mais certificados, mais proibições e fazer dos subsidios uma das principais fontes de receita de empresas escolhidas a dedo por burocratas.
Ele é o tipo de gênio administrativo que só poderia nascer em um continente onde um burocrata olha para uma fábrica e não vê trabalhadores ou empresários precisando de ajuda. Você vê “emissões”, “metas”, “conformidade” e “alinhamento regulatório”. Parece uma anedota.
A Europa comporta-se como o maior serial killer empresarial do pós revolução industrial. Mata com a arrogância moral de quem acha que o mundo inteiro imitará a Europa se a Europa se imolar primeiro. Só que o mundo não imita. O mundo vende-nos os produtos que deixámos de conseguir produzir. A China agradece. Os EUA abriram os olhos. A Europa faz palestras.
E aí, claro, aparecem os mesmos iluminados perguntando por que a revolta cresce, por que os trabalhadores deixam de confiar no sistema, por que a classe média sumiu, por que a Alemanha estagnou, por que a França queima, e por que os portugueses votam como quem votaria em um país em colapso, apesar de nos inundarem de estatísticas dizendo que está tudo bem.
A resposta está em Wolfsburgo. Está nas fábricas paradas. Está nos despedimentos. Está na Autoeuropa em pausa. Está na Mercedes a cortar custos. Está nos fornecedores alemães a tremer. Está nos nomes que já foram orgulho europeu e hoje são epitáfios industriais. Está na miséria que se vive em Setúbal, no Vale do Ave, em Aveiro, e no Porto, que vivia de serviços que prestava às industrias.
A Volkswagen não é apenas uma empresa em crise. É só mais uma. Quando se entrega a economia real a burocratas, a indústria não se adapta. Morre. E quando a indústria morre, não morre sozinha. Leva consigo salários, a classe média, o conhecimento técnico, a soberania, o poder político e o futuro.
Vamos ficar reduzidos a funcionários públicos, a dívida, a subsídios, a imigrantes baratos, a pobres subsidiados, a ricos exilados e classe média inexistente.
Caminhamos alegremente para ser o terceiro mundo. E não é só por causa da cultura que milhões de imigrantes trazem. É também pela cultura de auto extinção que por aqui continua vencendo nas urnas. E isso não é culpa de quem vem de fora.
João Pereira dos Santos
Lista de algumas das empresas, chinesas, instaladas no nosso país
(
O capital chinês possui uma forte presença estratégica na economia de Portugal, tendo adquirido posições de grande relevância (frequentemente como o maior acionista ou com controle total) em setores como energia, finanças, saúde e infraestrutura.
Abaixo estão listadas as 20 empresas mais importantes que operam em Portugal e possuem controle ou participações dominantes e estratégicas de grupos chineses:
- Sector Financeiro e Seguros
Fidelidade – É a maior seguradora de Portugal. O grupo privado chinês Fosun detém cerca de 85% do capital.
Millennium BCP – Maior banco privado português. A Fosun é a maior acionista individual, detendo cerca de 20% das ações.
Bison Bank – Antigo Banif – Banco de Investimento, foi 100% adquirido pelo grupo Bison Capital, baseado em Hong Kong.
Multicare – Relevante seguradora de saúde portuguesa que faz parte do grupo Fidelidade, controlada indiretamente pela Fosun.
Via Directa (Ok! Seguros) – Outra subsidiária do ecossistema da Fidelidade voltada a seguros digitais e diretos.
- Energia e Utilidades Públicas
EDP (Energias de Portugal) – Uma das maiores empresas do país. A estatal China Three Gorges (CTG) é a maior acionista individual com mais de 20% do capital.
REN (Redes Energéticas Nacionais) – Empresa que gere as redes de transporte de eletricidade e gás. A State Grid Corporation of China detém 25% da empresa, e a Fosun possui pouco mais de 5%.
EDP Renováveis – Gigante do setor de energias limpas controlada pela EDP, sofrendo forte influência estratégica da China Three Gorges.
Petrogal Brasil (Subsidiária da Galp) – Embora a Galp seja portuguesa, a estatal chinesa Sinopec detém 30% da sua lucrativa operação de extração petrolífera no Brasil.
-Saúde e Hospitais
Luz Saúde – Um dos maiores grupos de medicina privada em Portugal (dono do Hospital da Luz). É controlado pela Fidelidade (Fosun).
Hospital da Luz – Rede hospitalar de referência integrada no ecossistema da Luz Saúde e dominada pela gestão do capital chinês.
-Engenharia, Construção e Indústria
Mota-Engil – A maior construtora de Portugal. O grupo estatal chinês CCCC (China Communications Construction Company) comprou uma posição estratégica de mais de 30% da empresa.
CALB Portugal (China Aviation Lithium Battery) – Responsável pelo maior investimento industrial recente em Portugal (cerca de 2 mil milhões de euros) para criar uma megafábrica de baterias elétricas em Sines.
Martifer – Empresa de construções metálicas e energias renováveis que conta com investimentos diretos de capital chinês em seu portfólio.
-Tecnologia, Telecomunicações e Mídia
Huawei Portugal – Gigante tecnológica chinesa com forte domínio na infraestrutura de redes de telecomunicações e venda de eletrónicos em solo português.
ZTE Portugal – Outra multinacional estatal chinesa focada em telecomunicações que opera de perto com os operadores de rede portugueses.
Tencent Portugal – Multinacional que não só gerencia propriedade intelectual e investimentos locais, como monitora startups no ecossistema ibérico.
Reditus – Empresa portuguesa de tecnologias de informação que possui participações minoritárias mas estratégicas de fundos associados ao capital chinês.
-Outros Setores (Imobiliário e Logística)
Fosun Portugal (Imobiliário) – Braço que gere dezenas de propriedades de luxo, terrenos urbanos e ativos imobiliários de grande porte comprados pelo grupo em Lisboa e Porto.
Inapa – Empresa do setor de distribuição de papel e soluções de embalagem que listou capital aberto com investimentos diretos e indiretos de grupos orientais.
Se você quiser, posso detalhar quais dessas empresas são estatais da China ou explicar o impacto que essas aquisições geraram na economia de Portugal. Como gostaria de prosseguir?
EmDireita Portugal 🇵🇹 (vota e troca tudo SEMPRE)
sábado, 27 de junho de 2026
Assim nasceu a Volvo.
domingo, 21 de junho de 2026
Principais jogos do Manchester United em 2026/2027

![Manchester United 25/26 Away Jersey White Detail [1-5]](https://mufc-live.cdn.scayle.cloud/images/4644041696bbde141051021ef2325329.jpg?brightness=1&width=922&height=1230&quality=70&bg=ffffff)
A primeira temporada do Manchester United de volta à Liga dos Campeões em três anos começa bem, com duas das três equipas recém-promovidos já nos três primeiros jogos. Carrick também terá a oportunidade perfeita para começar a sua primeira temporada completa com o pé direito, com partidas em casa contra o Manchester City e o Tottenham nos seus seis primeiros jogos, confrontos que terminaram com vitória na última temporada.
A reta final do campeonato também é favorável, com a única partida contra um dos "seis grandes" que o United enfrentará após Março sendo uma visita ao Tottenham. Os jogos contra o Liverpool abrem e fecham o período festivo, que também inclui visitas ao Emirates e ao St. James' Park.
Os três primeiros jogos
- 22 de agosto, 12h30: Hull City x Manchester United
- 29 de agosto, 15h Manchester United x Ipswich Town
- 5 de setembro, 15h Everton x Manchester United
Últimos três jogos
- 15 de maio, 15h Manchester United x Leeds United
- 23 de maio, 15h: Tottenham Hotspur x Manchester United
- 30 de maio, 16h Manchester United x Fulham
Possível jogo do Boxing Day
- Manchester United x Nottingham Forest
Derbies e rivalidades
- 12 de setembro, 15h Manchester United x Manchester City
- 17 de outubro, 15h Leeds United x Manchester United
- 31 de outubro, 15h Chelsea x Manchester United
- 21 de novembro, 15h: Liverpool x Manchester United
- 19 de dezembro, 15h Arsenal x Manchester United
- 23 de janeiro, 15h Manchester United x Liverpool
- 6 de fevereiro, 15h Manchester United x Chelsea
- 27 de fevereiro, 15h Manchester United x Arsenal
- 20 de março, 15h Manchester City x Manchester United
- 15 de maio, 15h Manchester United x Leeds United
- https://www.telegraph.co.uk/football/2026/06/19/premier-league-fixtures-2026-2027-boxing-day-matches/#manchester-united