sábado, 29 de agosto de 2026

RAFAEL LEÃO

RAFAEL LEÃO: É POR ISSO QUE OS TURCOS NUNCA SERÃO GRANDES NA BOLA!
Rafael Leão deixa o Milan por causa da falta de comprometimento com o jogo. E não vou culpá-lo, ele tem uma vida espetacular às custas do futebol, ele prefere viver a vida na descontração, entendo a posição, irrita um pouco os tocos como eu, porque o individuo tinha tudo pra um dia ser bola de ouro, mas ok, entendo e até entendo a posição. Porém, não entendo como o Galatasaray, exemplo dos clubes turcos, ainda continuam insistindo na mesma receita... com os resultados que se conhece.
E qual é ela? Arrebanhar todas as estrelas que conseguem, ao invés de arrebanhar moleques que ainda querem conquistar o mundo. Pense comigo: se Rafael Leão não se excitou por jogar no Milan, um heptacampeão europeu, ele vai se excitar por jogar no Galatasaray?!?!? A sério? Ok, é bom para Leão, são 10 limpos por ano, dará lá uns toques, mas isto é um política de contratações que desperdiça a política fiscal de que usufrui o futebol turco. Entretanto, quem quiser fazer como o Gala, não leia isso, porque isso é só para quem quer investir e não gastar, segue aí em baixo desse texto uma cena que escrevinhei com as coordenadas desse investimento... vai mudar a sua vida, ou não?

Pode ser uma imagem de futebol, futebol e texto

NÃO VOU FALAR DE FLÁVIO GONÇALVES, POR UM MOTIVO BEM SIMPLES!

Eu poderia falar de Flávio Gonçalves, mas prefiro falar de Altimira, aquele jogador que eu contei que era craque, porque o individuo está em todas, todas, inteligência pura, mas também capacidade física de se impor nos duelos, aranha. Eu poderia falar de Flávio Gonçalves, mas vou falar de como Borges está tentando domar uma fera chamada Doumbia, e isso rouba o brilho do individuo, mas dá para o equipa. Eu poderia falar de Flávio Gonçalves, mas vou falar de como o individuo deu consistência e inteligência defensiva ao equipa. Eu poderia falar de Flávio Gonçalves, mas não vou falar por um motivo muito simples... porra, esqueci o motivo, esquece, vou falar: Flávio Gonçalves é um Pote ainda mais criativo, mais solto, mais artista... eu já gostava dele ano passado, esse ano, estou ficando fanático. Enquanto isso, Suárez está retribuindo o amor de Rui Borges, não era esse o caminho que defendi, mas que está indo... está. E se quiserem mais alguma coisa... passem aí em baixo e leiam o rabisco que deixei pra vocês.

Pode ser uma imagem de futebol, futebol e texto que diz "sCe NETANO Betano SPORTING カ SCB"

O "volta"


Pode ser arte pop de torniquete, lavandaria self-service e texto que diz "GREEN PARA PARATOTOS TOTOS WASHING"

João Franco.
Facebook.
O 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 não é consciência ecológica. É trabalho não remunerado disfarçado de virtude cívica.
Vendem como progresso, como sustentabilidade, como o velho chavão do "todos temos que fazer nossa parte". Na prática, o esquema é simples: eles delegaram ao cidadão a coleta e a pré-triagem de resíduos — o trabalho que antes era destinado exclusivamente a pessoas ocupadas — a custo zero, e o convenceram de que está recebendo uma recompensa por isso.
Sejamos frontais sobre o que está em jogo: garrafas plásticas e latas são os resíduos mais valiosos de toda a cadeia de reciclagem. Em vez de a indústria aperfeiçoar sua própria logística de coleta, ela transferiu a primeira linha desse trabalho para você. É o cidadão quem agora armazena as garrafas em casa, as transporta, e opera a máquina de triagem — para entregar à indústria matéria-prima separada e pronta para faturar. Tudo isso para reaver dez centavos que já eram seus desde o início.
Porque é isso que ninguém diz em voz alta: não é uma recompensa, é uma caução adiantada. O consumidor paga primeiro, empresta esse dinheiro ao sistema sem juros, e depois tem de trabalhar — fazer fila, deslocar-se, operar a máquina — para reaver aquilo que já lhe pertencia. E quem não tem tempo para essa fila, quem não tem uma máquina Volta perto de casa, ou não tem mobilidade para lá chegar, simplesmente perde esse dinheiro. Não é uma opção neutra: é uma penalização financeira silenciosa para quem já tem menos tempo e menos meios.
E há ainda um sintoma mais revelador desse esquema: a febre que ele gerou. Já se vê pessoas vasculhando lixeiras em busca de garrafas, convencidas de que encontraram uma fonte de renda. É a prova mais clara de que o sistema foi vendido com sucesso — não como um dever cívico discreto, mas como uma oportunidade de negócio ao alcance de qualquer um. Só que fazer as contas de verdade mostra o óbvio: recolher garrafas de lixo, a dez centavos cada, para "ganhar dinheiro", é o tipo de matemática que só faz sentido para quem não parou para calcular quanto vale, de fato, o seu tempo. Não é empreendedorismo. É a prova de como uma ideia bem embrulhada em linguagem verde consegue fazer parecer lucrativo o que, isolado do discurso, seria reconhecido imediatamente como trabalho precário e mal remunerado.
Enquanto isso, o custo de vida não para de subir. A água sobe de preço, os produtos sobem de preço, de forma consistente — e ninguém para para perguntar: se o processo se tornou tão eficiente e circular assim, por que essa economia nunca chega ao bolso de quem faz o trabalho braçal? A resposta é simples e desconfortável: isso nunca foi sobre o meio ambiente. Foi sobre cortar custos operacionais e apresentar esse corte como participação cívica.
O mecanismo segue a mesma cartilha dos caixas automáticos de supermercado: transfere-se a função para o cliente sob o pretexto da "modernidade" e protege-se a margem de lucro sem qualquer desconto real para quem consome. Antigamente havia gente empregada a tratar plástico. Esse trabalho não desapareceu mas agora também é teu.
O sistema se apropria do vocabulário verde — economia circular, pegada ecológica, responsabilidade — para erguer um biombo ético inatacável, onde ninguém ousa questionar o que está por trás da cortina. E por trás dela, o saldo é claro: mais tarefas não pagas exigidas do cidadão comum, penalidade para quem não tem tempo, um exército de pessoas vasculhando lixo por centavos e sabe-se lá o que acontecerá mais lá na frente.
Não é altruísmo. É greenwashing para totós.
Aviso Legal: Este conteúdo é publicado em conformidade com os princípios da liberdade de expressão e informação, conforme estabelecido no Artigo 37 da Constituição da República Portuguesa e no Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.


O "volta"

João Franco.
Facebook.
O 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 não é consciência ecológica. É trabalho não remunerado disfarçado de virtude cívica.
Vendem como progresso, como sustentabilidade, como o velho chavão do "todos temos que fazer nossa parte". Na prática, o esquema é simples: eles delegaram ao cidadão a coleta e a pré-triagem de resíduos — o trabalho que antes era destinado exclusivamente a pessoas ocupadas — a custo zero, e o convenceram de que está recebendo uma recompensa por isso.
Sejamos frontais sobre o que está em jogo: garrafas plásticas e latas são os resíduos mais valiosos de toda a cadeia de reciclagem. Em vez de a indústria aperfeiçoar sua própria logística de coleta, ela transferiu a primeira linha desse trabalho para você. É o cidadão quem agora armazena as garrafas em casa, as transporta, e opera a máquina de triagem — para entregar à indústria matéria-prima separada e pronta para faturar. Tudo isso para reaver dez centavos que já eram seus desde o início.
Porque é isso que ninguém diz em voz alta: não é uma recompensa, é uma caução adiantada. O consumidor paga primeiro, empresta esse dinheiro ao sistema sem juros, e depois tem de trabalhar — fazer fila, deslocar-se, operar a máquina — para reaver aquilo que já lhe pertencia. E quem não tem tempo para essa fila, quem não tem uma máquina Volta perto de casa, ou não tem mobilidade para lá chegar, simplesmente perde esse dinheiro. Não é uma opção neutra: é uma penalização financeira silenciosa para quem já tem menos tempo e menos meios.
E há ainda um sintoma mais revelador desse esquema: a febre que ele gerou. Já se vê pessoas vasculhando lixeiras em busca de garrafas, convencidas de que encontraram uma fonte de renda. É a prova mais clara de que o sistema foi vendido com sucesso — não como um dever cívico discreto, mas como uma oportunidade de negócio ao alcance de qualquer um. Só que fazer as contas de verdade mostra o óbvio: recolher garrafas de lixo, a dez centavos cada, para "ganhar dinheiro", é o tipo de matemática que só faz sentido para quem não parou para calcular quanto vale, de fato, o seu tempo. Não é empreendedorismo. É a prova de como uma ideia bem embrulhada em linguagem verde consegue fazer parecer lucrativo o que, isolado do discurso, seria reconhecido imediatamente como trabalho precário e mal remunerado.
Enquanto isso, o custo de vida não para de subir. A água sobe de preço, os produtos sobem de preço, de forma consistente — e ninguém para para perguntar: se o processo se tornou tão eficiente e circular assim, por que essa economia nunca chega ao bolso de quem faz o trabalho braçal? A resposta é simples e desconfortável: isso nunca foi sobre o meio ambiente. Foi sobre cortar custos operacionais e apresentar esse corte como participação cívica.
O mecanismo segue a mesma cartilha dos caixas automáticos de supermercado: transfere-se a função para o cliente sob o pretexto da "modernidade" e protege-se a margem de lucro sem qualquer desconto real para quem consome. Antigamente havia gente empregada a tratar plástico. Esse trabalho não desapareceu mas agora também é teu.
O sistema se apropria do vocabulário verde — economia circular, pegada ecológica, responsabilidade — para erguer um biombo ético inatacável, onde ninguém ousa questionar o que está por trás da cortina. E por trás dela, o saldo é claro: mais tarefas não pagas exigidas do cidadão comum, penalidade para quem não tem tempo, um exército de pessoas vasculhando lixo por centavos e sabe-se lá o que acontecerá mais lá na frente.
Não é altruísmo. É greenwashing para totós.
Aviso Legal: Este conteúdo é publicado em conformidade com os princípios da liberdade de expressão e informação, conforme estabelecido no Artigo 37 da Constituição da República Portuguesa e no Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.


«À vontade do freguês»

PALHINHA QUIS IR PRO BENFICA... PALHINHA FOI PRO BENFICA!
Fofana quis ir para o Porto... Fofana foi para o Porto!
Gyokeres quis ir para o Arsenal... Gyokeres foi para o Arsenal!
Alvarez quis ir para o Barça... ainda não foi para o Barça, mas colocou o Atlético em modo depressão!
Cancelo quis ir para o Barça... Cancelo foi para o Barça!
Rodri quis ir para o Barça... Rodri foi para o Barça!
Suárez quis ir para todo o lado... ainda não foi, mas colocou o Sporting em modo gestão de danos!
E eu poderia continuar, se não gostasse de vocês, como gosto, fico por aqui. No momento, os jogadores zoam os clubes, são caras pagos a peso de ouro e que continuarão sendo pagos a peso de ouro mesmo que as coisas dêem errado, mas se as coisas vão bem, eles arrumam problemas para sair, e mesmo quando as coisas vão mal, querem sair para onde der na gana... vocês podem dizer que é a liberdade e tal, mas não estamos falando da liberdade do operário fabril, estamos falando de caras que ganham 200 mil euros ou mais por semana, e quem paga assim, não pode estar sujeito a amuos desses caras mimados, não pode... algo tem que ser feito, e tem que ser feito pelos clubes, porque isso tem que ser contido, tem que ter um acordo tácito para fora, bem real para dentro, entre todos os clubes, para colocar alíneas protocolares a fim de evitar essa pouca vergonha. Enquanto andarmos com "os coitadinhos dos jogadores tem que ser respeitados", os clubes que tanto gostamos continuarão sendo desrespeitados. E hoje somos nós os beneficiados, amanhã, serão os outros, mas depois de amanhã, todos serão prejudicados mesmo.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

OEM, FPP e ESD, Tipos de Licença Autorizadas. Microsoft

OEM, FPP e ESD são os principais tipos de licenças de software autorizadas da Microsoft (como o Windows e o Office) para uso individual e doméstico. Diferenciam-se na forma de venda, preço e na possibilidade de transferência para outro computador. [1, 2, 3, 4] https://w4clouds.com.br/licenciamento-microsoft/
OEM (Original Equipment Manufacturer)
  • O que é: Licença que vem pré-instalada pelo fabricante (como Dell, HP ou Lenovo) num computador novo.
  • Vínculo: Fica presa à placa-mãe daquela máquina para sempre.
  • Transferência: Não pode ser passada para outro computador. Se o PC estragar ou trocar de placa-mãe principal, a licença perde a validade. [1, 2, 3] https://www.tiktok.com/@alfredojuniorprof/video/7600523758050315540
FPP (Full Packaged Product / Retalho)
  • O que é: O software em caixa física comprado em lojas de comércio. Inclui a chave de ativação e o disco ou pen drive de instalação.
  • Vínculo: Pertence ao utilizador, não ao computador.
  • Transferência: Pode ser transferida para um novo PC, desde que seja removida do antigo primeiro. [1, 2, 3, 4] https://www.youtube.com/watch?v=Sfy_bj15LIU&t=365
ESD (Electronic Software Delivery)
  • O que é: É a versão digital da licença de retalho (FPP). O comprador recebe a chave de ativação por e-mail ou através de revendedores autorizados, sem embalagem física.
  • Vínculo: Funciona com as mesmas regras da FPP.
  • Transferência: É totalmente transferível para outro computador, contanto que seja usada em apenas um dispositivo de cada vez. [1, 2, 3] https://www.youtube.com/watch?v=Sfy_bj15LIU&t=365
Gostarias de saber qual delas deves escolher para montar um PC novo ou queres verificar a legalidade de uma licença que compraste? https://w4clouds.com.br/licenciamento-microsoft/


sexta-feira, 14 de agosto de 2026

A nacionalidade!

Há dias que assistimos, em direto e em três atos, à construção de uma nuvem de pó destinada a um único fim: impedir o tuga comum de perceber quem faz o quê, quem decide o quê, e a favor de quem.
Não são três episódios avulsos.
São três variações do mesmo instrumento, tocadas por três mãos diferentes, com a mesma partitura de fundo: manter o país confuso o suficiente para não exigir contas a ninguém.
Comecemos pelo supostamente mais desculpável, para acabarmos no mais grave.
O Correio da Manhã confundiu, num título, a Lei da Nacionalidade com a Lei de Estrangeiros e de Concessão de Asilo — duas leis que tratam de perguntas opostas, quem já é português e quem pode entrar, ficar ou ser expulso.
Um jornal que vende assinaturas ao preço de rigor informativo não tem desculpa para esta trapalhada.
Mas ainda assim, chamemos-lhe o que é: negligência, misturada com necessidade de sobrevivência financeira. Há segunda intenção e desleixo de quem já não lê o que assina antes de publicar.
Já a Eva RapDiva foi mais longe, e sem a desculpa da redação apressada. Apropriou-se de uma decisão do Presidente da República — o envio da Lei do Retorno ao Tribunal Constitucional — e atirou a responsabilidade para cima do PSD, acusando-o de deslizar para a extrema-direita.
Trocar o autor de uma decisão institucional pelo adversário político do momento não é erro de picagem de ponto.
É propaganda travestida de indignação, feita para quem não vai verificar, só partilhar.
E depois há Seguro.
E aqui a coisa muda de categoria, porque o Presidente da República não erra factos nem inverte autorias — ele fabrica confusão com instrumentos muito mais sofisticados: linguagem.
"A segurança das nossas fronteiras não é incompatível com a dignidade humana", diz ele, num sábado, em Campo Maior, um dia depois de ter bloqueado precisamente os mecanismos que serviriam para reforçar essa segurança. "É preciso combater ferozmente a imigração ilegal", afirma, enquanto a sua própria nota ao Tribunal Constitucional protege, na prática, a permanência indefinida de famílias em situação irregular, com o argumento de que separar é pior do que deixar ficar sempre.
Não há mentira que se possa apontar a dedo, frase a frase.
Há uma arquitetura inteira construída para que as palavras digam uma coisa e os atos façam o oposto, e para que ninguém consiga provar a contradição em tribunal.
É a forma mais eficaz de manipulação que existe: aquela que nunca mente tecnicamente, porque delega a mentira na distância entre o que se diz e o que se faz.
Três atores, três instrumentos, um único resultado:
o tuga que só lê títulos sai de cada um destes episódios um pouco mais convencido de que não percebe nada disto, um pouco mais disposto a desistir de exigir explicações, um pouco mais fácil de governar sem prestar contas.
É essa a função real da confusão pública: não convencer ninguém de nada, apenas exaurir a capacidade coletiva de exigir responsabilidades.
E o mais desolador é que já tínhamos sido avisados de que este caminho terminaria mal.
Há mais de uma década, o instituto nacional de estatística da Noruega — dificilmente uma fonte suspeita de xenofobia — publicava estudos mostrando que os custos líquidos para as finanças públicas de certos fluxos migratórios não se limitam à primeira geração: perpetuam-se, porque os imigrantes têm filhos, e o Estado continua a pagar a fatura muito depois de qualquer debate político sobre o tema ter arrefecido.
Não era profecia de extremista de bar.
Era estatística de Estado, fria e sóbria, publicada em Oslo, ignorada em Lisboa. Se um país do norte da Europa, rico, organizado e com décadas de experiência em integração, já tinha os números na mesa e mesmo assim tropeçou nos mesmos dilemas que hoje nos paralisam, que direito temos nós de fingir surpresa quando a fatura chegar cá?
A confusão não é acidente.
É o produto.
E enquanto o país continuar a discutir de que cor é a fumaça, ninguém vai perguntar quem ateou o fogo. Embora esteja à vista e todos saibam... não só quem o ateou, mas que continua a soprar ventos pela calada, para ele não apagar.