segunda-feira, 3 de agosto de 2026

O imigrante português não é igual ao imigrante do Senegal ou de Marrocos.

Há uma comparação que se tornou num argumento idiota.
Pode ser uma imagem de texto que diz "O emigrante português não é igual ao imigrante do senegal ou Marrocos"
Sempre que se fala dos problemas reais da imigração atual, alguém da esquerda, da comunicação social ou dos círculos ativistas progressistas responde com a mesma frase: “Mas os portugueses também emigraram nos anos 60.”
É uma frase elegante. Parece generosa. Parece humana.
Mas é, no fundo, uma das maiores desonestidades intelectuais do nosso tempo. Nada de surpresa vindo do esgoto moral da esquerda.
Comparar o emigrante português dos anos 60 com as vagas que chegam hoje da Síria, do Afeganistão, de África ou de certos países asiáticos não é só impreciso.
É uma forma deliberada de apagar diferenças que importam. Diferenças de valores, de comportamento e de vontade de se integrar.
Vamos olhar para os factos, um a um:
1- Os portugueses que partiram nos anos 60 saíram de uma ditadura. Chegaram a países livres e democráticos. Trabalharam, muitas vezes em condições duríssimas. Aprenderam a língua. Respeitaram as leis. Não formaram guetos paralelos. Não rejeitaram a cultura do país que os recebia. Não exigiram que a sociedade se adaptasse a eles. Adaptaram-se eles. E fizeram-no porque partilhavam, no essencial, a mesma matriz civilizacional: valores judaico-cristãos, respeito pela dignidade da pessoa, igualdade fundamental entre homem e mulher, liberdade de consciência.
Agora olhemos para o presente.
2- Facto. Em 10 anos emigraram 1.500.000 portugueses. Desde António Costa importamos mais de 1.500.000 imigrantes sem qualificações e maioritariamente do Terceiro Mundo.
Que lindo serviço.
3- Mais. Em vários países europeus que ainda têm a coragem de publicar estatísticas honestas (Dinamarca, Noruega, Países Baixos, Alemanha) certos grupos de imigrantes não-ocidentais, sobretudo de origem muçulmana do Médio Oriente, Paquistão, Índia, Bangladesh, África ou europeus da Albânia aparecem sistematicamente sobre-representados na criminalidade, especialmente na violência e nos crimes sexuais.
Não é uma opinião. São números oficiais. A percentagem da população e a percentagem de suspeitos e condenados não batem certo. Os portugueses que emigraram nunca estiveram associados a esse padrão.
Mas a diferença não é só estatística. É cultural e moral.
4- Os portugueses defendiam (e defendem) os direitos das mulheres, a liberdade de expressão e a liberdade sexual.
5- Em muitos dos países de origem destas novas vagas, a mulher continua a ser vista de forma subordinada, a homossexualidade é crime ou abominação e a crítica à religião dominante pode custar a vida ou a liberdade. Não se “integra” quem rejeita os alicerces da sociedade que o recebe. Integra-se quem aceita as regras do jogo. E muitos destes novos fluxos não aceitam. Ainda acham que lhes devemos algo devido ao passado colonial.
6- Há ainda a questão religiosa.
O Cristianismo, mesmo nos seus momentos mais difíceis da história, desenvolveu a ideia de tolerância e de separação entre o sagrado e o político.
O Islão e as suas interpretações dominantes em várias comunidades atuais não. É uma religião com pretensões políticas e universais.
Quem o nega ou está a mentir, ou simplesmente recusa olhar para textos, história e comportamento presente. Redes como a Irmandade Muçulmana não são invenção da “extrema-direita”. Relatórios de serviços secretos e análises oficiais em França e noutros países europeus documentam a sua estratégia de influência a longo prazo e a construção de estruturas paralelas dentro das sociedades europeias.
7- Colocar no mesmo saco o emigrante português humilde, trabalhador e adaptável com grupos que apresentam padrões estatísticos e culturais radicalmente diferentes não é humanismo. É uma arma política do ESGOTO DA ESQUERDA E DA COMUNICAÇÃO SOCIAL.
Serve para intimidar e desarmar qualquer crítica.
Serve para impor um relativismo cultural que nivela por baixo.
Serve, no fundo, para atacar o modelo de sociedade ocidental capitalista, individualista, liberal, nascido da herança judaico-cristã e do Iluminismo.
A esquerda, do PS, BLOCO, LIVRE, PCP e PAN, do Sanchez, do Macron, do Starmer, da Von Der Leyen e do Guterres, como esgotos que são, usam, cá e lá fora, a diversidade e o Islão como comparsas úteis nesta guerra cultural.
8- O resultado está à vista: sociedades cada vez mais fragmentadas, zonas de não-direito, pressão crescente sobre mulheres e minorias sexuais e erosão da liberdade de expressão.
Isto não é ódio a indivíduos.
Há imigrantes de todas as origens que se integram e contribuem. Há portugueses que falharam. Mas negar padrões, negar diferenças de valores e negar a incompatibilidade de certas visões de mundo com a nossa não é generosidade. É suicídio civilizacional.
A Europa e Portugal não têm qualquer obrigação de se autodissolverem em nome de um igualitarismo falso DE ESQUERDA e conveniente aos muçulmanos e marxistas.
Quem insiste nesta comparação desonesta não está a defender a humanidade. Está a facilitar a caminhada para o abismo.
A verdade é simples, dura e inconveniente:
Nem todas as culturas são iguais. Nem todas as vagas migratórias são iguais. E quem finge que são, não está a proteger os fracos. Está a trair o futuro dos seus próprios filhos.
Comparar emigrantes portugueses com o Terceiro Mundo é um desrespeito pelos nossos antepassados e por todo o seu esforço.
Se a esquerda é um esgoto, que não levem para lá a memória dos nossos avós.
Respeitem-nos!
Tenho dito!


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